terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
E como eu faço pra não te amar? Me diz, me ensina a não te querer que eu vou. Eu vou embora, eu sigo minha vida. Mas a questão é, como eu faço pra não te amar? Pra não amar a pessoa que mais me fez mal, que mais conseguiu arrancar lagrimas dos meus olhos. Me diz como eu faço pra não me achar a mais sádica de todas ao não saber como deixar de amar a pessoa que mais me magoou, feriu e deixou marcas. Por que no fim das contas tudo que eu acabo querendo é estar contigo, apesar do "some da minha vida", tudo que eu acabo esperando é um sms, apesar do "não fala mais comigo". E meus dias vão se resumindo a pensar em você, falar com você, sonhar sobre você e me odiar por isso. Por que, se um dia tive algum tipo de certeza, sei que elas foram duas: eu te amo e eu não te quero mais. Mas me diz como não amar a única pessoa que tem o poder de fazer o tempo parar, que tem o poder de fazer tudo e qualquer coisa que não seja eu e você desaparecer. Aquela pessoa que me causa sorrisos de orelha a orelha e um coração que pula feito criança. Eu reluto e bato o pé contra a minha própria vontade, mas me diz como não amar a pessoa mais especial e igual que eu já conheci. Aquela pessoa que provoca e faz provocar, que não cede mas se rende e faz com que eu me renda também, de forma que parece que o mundo não nos dá outra opção a não ser nos amar.
Você é minha substância mais ilícita, me causa dependência num único contato, me causa abstinência numa única falta dele. Portanto, me diz como não amar o meu amor, me diz como não amar a mim e à minha vida, pois você está aqui dentro e nela não há uma brecha onde não se encaixe. Me diz, me diz como não te amar que eu vou.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Sinto uma angústia, um aperto no peito, um choro controlado que vem e volta a cada lágrima que sai do seu olho, a cada abraço teu, a cada olhar, a cada palavra que implore pra eu ficar. Seria indescritível mesmo que eu tentasse dizer o que eu sinto te vendo sofrer. Desde a primeira vez que estive com você meu sentimento é de cuidado, de carinho, de atenção. Já te disse, muitas vezes te via como uma filha, e eu como mãe, com aquela obrigação extasiada de prazer de cuidar de você. Logo, te ver sofrer e não poder fazer nada, me mata por dentro.
Na alegria eu me embriaguei de você, você foi a minha vida e nao existia parte nela onde nao estivesse. Na tristeza eu nao me permiti te perder, implorei por um amor que tinha morrido, por uma esperança que tinha acabado. Fiquei cega, surda e muda. Filtrei seus desaforos para nao sangrar tão rápido por dentro. Essa era a minha doença, a pior de todas, aquela que nao tem remédio e ainda assim dói uma dor inexplicável.
Logo, faço de suas palavras as minhas, com a única diferença de que se você está doente, eu ja morri. E junto comigo levo as esperanças desse relacionamento.
Como queria que tudo fosse diferente, e cheguei a tal ponto que a diferença nem importa mais, que as coisas ficassem muito bem ou muito mal de vez, apenas para ter uma solução pra esse sofrimento todo.
O que não posso hoje é ser egoísta ao ponto de te submeter a um relacionamento merda e unilateral, pois hoje já nao posso dar o que você precisa e, depois de tudo, isso seria a ultima coisa que você merece.
Assinar:
Postagens (Atom)